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Douro

  • Roteiro Histórico-Cultural Tâmega-DouroS
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34 – MEMORIAL DE ALPENDORADA E CONVENTO

Memorial de Alpendorada e Matos
MARCO DE CANAVESES - ALPENDORADA E MATOS – Lugar do Memorial, km 77 da EN 210

MN Monumento Nacional, localizado junto ao cruzamento da EN 210 com a EN 108. Memorial data do Séc. XII. Constituído por um plinto rectangular de duas fiadas de silhares graníticos, com sapata, onde se abria uma dupla cavidade mortuária. O monumento encontrase rodeado por uma base de lajes graníticas. O acesso ao monumento é feito por uma pequena escadaria. (DGEMN, IPPAR)

Convento de Alpendurada / Mosteiro de São João Baptista de Alpendurada
MARCO DE CANAVESES – ALPENDORADA E MATOS

Edificado no Séc. XI sofreu várias alterações nos Sécs. XVI, XVII, XVIII e XX
De arquitectura religiosa, românica e barroca. Antigo convento masculino da Ordem Beneditina, com igreja conventual barroca de planta longitudinal e nave única coberta com abóbada de berço e retábulos colaterais de talha; fachada principal sem grande riqueza decorativa terminada em frontão triangular. Convento com claustro de linhas severas, com arcadas de arcos plenos sobre colunas jónicas. Actualmente está instalado neste edifício o Hotel Convento de Alpendorada. (DGEMN, IPPAR)

35 – CASTRO DOS ARADOS / ALTO DE SANTIAGO
MARCO DE CANAVESES - ALPENDORADA E MATOS - Monte do Ladário; estradão ao km 75 da EN 210

MN Monumento Nacional.
Sobranceiro ao Rio Douro e ao Rio Tâmega. Povoado fortificado romanizado com três linhas de muralhas, chegando a atingir uma altura de cerca de 6 m, que definem um recinto de contorno sensivelmente elipsoidal. Nas plataformas interiores encontram-se amontoados de pedra solta resultantes da ruína de construções e das próprias muralhas, sendo ainda visíveis vestígios de construções de planta circular e rectangular. No sopé do outeiro, a Oeste, foi detectada, no séc. XVIII, uma necrópole com com sepulturas abertas no saibro e estruturadas com lajes, estando todas cobertas com lousas, fornecendo espólio cerâmico, pregos e numismas romanos do Alto e Baixo Império.
Uma das sepulturas tinha na cabeceira uma estela com uma cruz gravada, inserta num círculo. (DGEMN, IPPAR)

36 – CAMPA MEDIAVAL
MARCO DE CANAVESES - ALPENDORADA E MATOS - Alpendurada, EN 108, situada no início da Av. das Capelas, contígua ao Campo dos Mouros.

IIM Imóvel de Interesse Municipal.
Tampa sepulcral de contorno trapezoidal apresentando uma espada em baixo-relevo, muito desgastada, tendo na cabeceira, implantada verticalmente, uma estela funerária de formato rectangular, sendo decorada com uma cruz de braços curvos. A sepultura está envolvida por um rectângulo de lajes graníticas, ao nível do solo, inserida no passeio calcetado com cubos de calcário branco. (DGEMN, IPPAR)

37 – IGREJA DE VILA BOA DO BISPO E MOSTEIRO / IGREJA DE SANTA MARIA

Igreja de Vila boa do Bispo
MARCO DE CANAVESES - VILA BOA DO BISPO - Lugar do Mosteiro, desvio da EN 320

MN Monumento Nacional.
Adossado ao Mosteiro da Vila Boa do Bispo. Um pequeno murete em granito junto à fachada principal da Igreja e do Mosteiro define o espaço do adro.

Edifício do Séc. X de planta longitudinal composta por nave única e capela-mor rectangular, com coberturas em telhado de duas águas. A fachada principal orientada a Poente apresenta um portal central ladeado por duas volutas. A encimar o entablamento do portal, um nicho saliente do plano da fachada.

No interior, coro-alto com um cadeiral, púlpito quadrado e altar, ambos de talha. Cobertura em caixotões de madeira. Capela-mor com lambril de azulejos azuis e brancos e retábulo mor de talha com trono central. Predominância do período barroco nos elementos decorativos. (DGEMN, IPPAR)
Mosteiro de Vila Boa do Bispo
MARCO DE CANAVESES - VILA BOA DO BISPO - Lugar do Mosteiro, desvio da EN 320

IIP Imóvel de Interesse Público.
Edifício do Sécs. XIII e XVII. Edifício de planta simples, quadrangular, e volume de três pisos com claustro central quadrado. Todos os tectos interiores são em madeira, incluindo os do claustro em caixotões. O Mosteiro relaciona-se com a Igreja através do piso superior de uma das alas do claustro. Tem acesso privativo a uma camarote junto ao coro da igreja. (DGEMN, IPPAR)

38 – IGREJA DE FANDINHÃES / CAPELA DE FANDINHÃES
MARCO DE CANAVESES - PAÇOS DE GAIOLO - Fandinhães

Em vias de classificação. Edifício dos Sécs. XIII, XVIII e XIX.
A actual fachada principal, correspondente à primitiva ligação à nave, conserva ainda toda a sua altura, com o remate da empena coroado por cruz. O interior da capela-mor possui frontal de altar hispano-árabe e altar-mor de talha dourada e branca. A cobertura interna é em madeira pintada de verde, formando uma abóbada em arco abatido. (DGEMN, IPPAR)

39 – CASA DA CÔCHEGA
BAIÃO - MESQUINHATA

Em vias de classificação. Edifício do Séc. XIX. Tem uma planta rectangular com volumes simples e coberturas a 4 águas. A fachada principal, integra capela ao centro, formando assim vários corpos separados por pilastras de cantaria; apresenta escadaria de um só lanço de acesso ao portal, é encimada por um frontão no tímpano tem pedra de armas. Capela com portal de verga recta, mas exteriormente recortado e muito decorado. (DGEMN, IPPAR)

40 – CONJUNTO: IGREJA E MOSTEIRO DE ANCEDE; QUINTA DO MOSTEIRO; CAPELA DO BOM DESPACHO
BAIÃO – ANCEDE

Em vias de classificação (com Despacho de Abertura). Edifício do Séc. XVI. Possui planta rectangular, de três naves separadas por arcaria de volta perfeita, com tecto de madeira. Um amplo arco triunfal, com dois altares colaterais, articula este espaço com o da capela-mor, onde ganha especial importância o retábulo-mor, em talha dourada com tribuna de grandes dimensões.
As origens do Mosteiro de Santo André de Ancede remontam ao século XII, e a mais antiga referência conhecida, de 1120, é respeitante à sua ligação aos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Todavia, em meados do século XVI, pouco restava já dessa época áurea e o mosteiro entrou num período de decadência, com as dependências degradadas e um número muito reduzido de religiosos. (DGEMN, IPPAR)

41 – CASA DE PENALVA / SOLAR DOS AZEREDOS PINTO
BAIÃO – ANCEDE - Penalva

IIP Imóvel de Interesse Público.
Edifício dos Sécs. XVII, XVIII e XIX.

Ao lado do portão da entrada apresenta-se um pavilhão e um jardim. A grande simplicidade dos elementos arquitectónicos é contrariada pelo recortado de portas e janelas. Sobre a porta da entrada, antecedida por escadaria, forma-se um frontão triangular, tendo ao meio um escudo partido em pala. Capela com cunhais de cantaria e frontão contracurvado.
No interior, tectos de masseira e pavimentos de madeira. Algumas salas nas paredes apresentam revestimento (até meio) de azulejo. (DGEMN, IPPAR)

42 – CASA AGRELOS
BAIÃO - SANTA CRUZ DO DOURO - Lg. de Agrelos, desvio da EN 108-2

Em vias de classificação. Edifício do Séc. XVII Implanta-se sobre os socalcos do vale do Douro. É um elemento de destaque na paisagem pela massa volumétrica da casa e da sua alta torre neoclássica. Casa de planta trapezoidal, de dois pisos, com dois pequenos pátios, prolongando-se uma das alas da casa para inserção da capela. No interior saliente-se o altar-mor em talha dourada do Séc. XIX, com a imagem de uma piedade ao centro ladeada por São Sebastião e Santo António. A Capela é de invocação a Santo António. (DGEMN, IPPAR)

43 – CASA DE TORMES / FUNDAÇÃO EÇA DE QUEIROZ
Baião - Sta. Cruz do Douro

A quinta e a casa de Tormes, lugar de inspiração de Eça para o romance “A Cidade e as Serras” Foi Recuperado pelos seus descendentes, transformado em Fundação, centro de múltiplas actividades queirosianas – Tormes, é o mais importante dos «altos sítios» desse mundo mágico criado pela excepcional arte literária de Eça. (Instituto Camões)

44 – IGREJA PAROQUIAL DE VALADARES
BAIÃO - VALADARES

Imóvel em via s de classificação(com Despacho de Abertura).
(DGEMN, PPAR Templo com um duplo portal perolado de feição gótica, mantendo na fachada norte cachorros toscamente decorados.
Na capela-mor é ainda visível a data invertida, da fundação de um primitivo templo, ganhando particular relevo os vestígios de pintura a fresco datados do século XV que se escondem atrás do altar.

Pontos do percurso

Gráfico da altitude dos pontos do percurso

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