1 2 3 4 5

Baião e Serra da Aboboreira

  • Roteiro Histórico-Cultural Tâmega-DouroS
Pontuação
Ainda não tem opiniões registadas
5019 visualizações
0 visitas

27 – PELOURINHO DE SOALHÃES
MARCO DE CANAVESES – SOALHÃES . Rua do Eiró

IIP Imóvel de Interesse Público.
Pelourinho da Idade Moderna.
Embasamento constituído por três degraus de planta quadrangular sobre o qual assenta uma base monolítica quadrada com chanfro na aresta superior e encaixe central para a coluna. Fuste monolítico cilíndrico com colarinho. Tabuleiro quadrangular com moldura, encimado por quatro colunelos de base quadrada e remate troncopiramidal e um maior, central, do mesmo tipo. O fuste apresenta a meia altura o orifício para encaixe das ferragens. Teve foral de D. Manuel a 15 de Julho de 1514. (DGEMN, IPPAR)

28 – IGREJA MATRIZ DE SOALHÃES / IGREJA DE SÃO MARTINHO
MARCO DE CANAVESES - SOALHÃES

MN Monumento Nacional. Edifício do Séc.XIII de planta longitudinal, nave única, capela-mor e sacristia rectangular.

O tecto, apainelado, constituído por um conjunto de 91 caixotões de madeira pintados. A capela-mor, alta e profunda, está coberta por um tecto apainelado constituído por caixotões de madeira pintados, apresentando um altar neoclássico.
Na nave, no lado da Epístola encontra-se um altar em talha joanina dedicado ao Sagrado Coração de Jesus. O coro-alto está sustentado por um par de colunas toscanas, apresentando um varandim em madeira, com balaústres na zona central encimados por uma cartela onde está inscrita a data de 1733, tendo a sua decoração um tratamento idêntico ao do revestimento das paredes, sendo o acesso pelo exterior, através da torre sineira. Sob o coro-alto, encontra-se a pia baptismal, do lado do Evangelho, enquadrada por um arco rasgado na parede, em posição e colocação simétrica com um altar dedicado a S. Martinho. (DGEMN, IPPAR)

29 – PENEDO DE CUBA
MARCO DE CANAVESES – SOALHÃES - Lugar das Curiscadas, na Bouça da Poça do Monte, estradão desde Lardosa, a partir da EN 1254

IIP Imóvel de Interesse Público. Sepultura entre penedos, possivelmente aberta no saibro, da qual se desconhece a estrutura interna, apresenta-se com gruta abobadada. O espólio deste local está depositado no Museu da Sociedade Martins Sarmento, em Guimarães. (DGEMN, IPPAR)

30 – MUSEU MUNICIPAL DE BAIÃO
BAIÃO – CAMPELO - Casa da Cultura, Rua Eça de Queirós

Na sala do Núcleo de Arqueologia do Museu de Baião ocupa um lugar de destaque a Exposição Permanente sobre “O Campo Arqueológico da Serra da Aboboreira”. Desta exposição, destaca-se a maqueta com 120 figurinhas humanas, que ilustra as diferentes etapas construtivas de Dólmen de Chã de Parada.

No Mosteiro de Sto. André de Ancede em Junho de 2003 foi inaugurado o Centro Interpretativo da Vinha e do Vinho, onde o visitante poderá ficar a conhecer um pouco melhor a Produção Vinhateira da Região, cuja lavra e comercialização está ligada à História deste Mosteiro desde a sua fundação no século XII.

31 – CONJUNTO MEGALÍTICO DA SERRA DA ABOBOREIRA

Anta da Aboboreira / Dolmen de Chã de Parada
BAIÃO – OVIL - Chã da Parada

MN Monumento Nacional. Segue-se a EN 101 (Amarante - Régua), pouco depois de Reboreda, por estradão para Travanca do Monte, a caminho da Capela da Sra. da Guia.
Continua-se pelo estradão principal da Serra da Aboboreira até ao lugar de Chã de Parada.

Monumentos megalíticos de carácter funerário e ritual, os mais antigos construídos a partir de cerca de 3 500 a. C., com outros mais recentes datáveis dos inícios do 2º milénio a. C. Destaca-se o dólmem de chao de Parada (Monumento Nacional). A Anta da Aboboreira ou Anta de Chã de Parada faz parte de um conjunto de monumentos megalíticos constituído por mais três monumentos. A mamoa 1 (Anta da Aboboreira), tem um tumuli de terra de grande dimensão. Encontra-se em bom estado de conservação. A mamoa 2, localizada para Este da nº 1, e a cerca de 50 m para Norte do estradão principal da Serra, encontra-se completamente destruída. A mamoa 3 assenta sobre uma pequena elevação natural e foi parcialmente cortada pelo referido estradão. A mamoa 4, localizada a c. de 50 m para S. da nº 3, encontra-se bastante destruída. 3 milénio a.C., 1ª metade - construção da mamoa 1; 4 milénio a.C., meados / finais - construção dos outros monumentos de Chã de Parada. (Estando estas mamoas a sofrer intervenções.)

É também designado por Dólmen da Fonte do Mel, Casa da Moura de S. João de Ovil, Casa dos Mouros, Cova do Ladrão. É o monumento de maiores dimensões e o mais bem conservado da Aboboreira.
Apresenta pinturas a vermelho nos esteios e na laje de cabeceira. (DGEMN, IPPAR)
Meninas do Crasto 3 - 3960 – 3630 AC

Dólmen de médias dimensões, provavelmente fechado, e que foi amputado pelo estradão, assim como a mamoa que o cobria a leste.
A laje que se encontra na cobertura foi encontrada a cerca de 30m para nordeste do monumento, a servir de marco de divisão concelhia. A sua configuração levou a supor que poderia ter servido de tampa a este monumento.
Outeiro de Ante 1 - 1ª metade do IV milénio AC

Monumento de grandes dimensões, construído sobre uma elevação natural, destacando-se fortemente na paisagem. Trata-se de um dólmen aberto, sem corredor, com uma forma poligonal alongada, e composto por sete esteios.
Infelizmente, alguns destes esteios foram partidos para serem utilizados na construção do Tapado que fica imediatamente a poente.

Outeiro de Ante 3 - 1ª metade do IV milénio AC

O primeiro monumento escavado na Serra da Aboboreira, em 1978, no âmbito do Campo Arqueológico.
Dólmen de médias dimensões, possuindo a leste uma pequena entrada, marcada por um umbral.
Apenas conserva quatro dos seus sete esteios originais, identificados nas escavações pelos seus alvéolos de assentamento. Para além de um possível fragmento de tampa, que se mantém no topo da mamoa, utilizaram-se dois outros fragmentos de esteios a marcar a localização dos esteios em falta.

Outeiro de Gregos 2 - 4000-3640 AC

O monumento situa-se no centro de uma grande chã, sobre um afloramento granítico, destacando-se na paisagem. Dólmen fechado mas com uma pequena abertura de tipo “janela” a leste.
Optou-se por se manter a couraça lítica que revestia a mamoa, construindo-se nas áreas escavadas, em sua substituição, uma estrutura similar, com vista à conservação do monumento.

Outeiro de Gregos 3 – 1ª met. do IV milénio AC

O monumento situa-se no centro de uma grande chã, sobre um afloramento granítico, destacando-se na paisagem. A mamoa contém um dólmen fechado, com uma câmara funerária de pequenas dimensões.
O revestimento pétreo da mamoa (couraça lítica) foi mantido, sendo substituído por outro nas áreas escavadas, de modo a preservar o monumento.

32 – CASA DE ARCOUCE
BAIÃO - LOIVOS DO MONTE

IIP Imóvel de Interesse Público.
Edifício dos Sécs. XVIII e XIX.
Alameda vedada por altos muros, conduzem a amplo terreiro à frente da qual se ergue a casa, envolvida por quinta e paisagem rural de excelente panorama. A fachada principal, em cantaria, que corresponde à lateral da nave, apresenta portal de verga recta encimado por nicho de frontão triangular. A capela de Nossa Senhora do Bom Despacho, ao lado, foi erguida em 1731, e exibe, no portal datado de 1735, o brasão dos dominicanos. De linguagem rococó, apresenta, no seu interior, altar-mor e seis laterais, com representações de cenas da vida de Cristo. Séc. Destaque para a envolvente, particularmente a vegetação: note-se a presença abundante de azevinho e bucho. (DGEMN, IPPAR)

33 – PELOURINHO DE RUA
BAIÃO – TEIXEIRA - Lugar de Rua

IIP Imóvel de Interesse Público.
Localiza-se num pequeno largo enquadrado por habitações rurais e quintais murados.
Pelourinho do Séc. XVI. Possui soco quadrangular com quatro degraus. A coluna tem base quadrangular, fuste não decorado, de superfície curva, cilíndrico, liso, com nó a meio. Capitel quadrangular e remate em tabuleiro conservando-se apenas o colunelo ao centro. (DGEMN, IPPAR)

Pontos do percurso

Gráfico da altitude dos pontos do percurso

Próximos

Não existem Geo-Artigos